NICK
O restaurante ficava em uma rua lateral tranquila de Chicago, um daqueles lugares que preferem elegância discreta a qualquer tentativa de impressionar pela fachada. A porta de madeira escura se abria para um salão iluminado por lâmpadas baixas, com mesas bem espaçadas e um murmúrio constante de conversas que formava um fundo sonoro agradável, quase protetor. Permaneci alguns segundos diante da entrada antes de entrar, observando o movimento da rua, os faróis dos carros passando devagar e o