KATHERINE
O elevador espelhado do prédio Langford sobe rápido demais para alguém que está tentando controlar o próprio corpo como se ele fosse uma variável previsível, e não essa bagunça sensível que reage antes da minha cabeça conseguir organizar uma resposta coerente. Eu encaro o reflexo e me vejo do jeito que nunca quis me ver dentro daquele lugar: uniforme cinza-claro de corte reto, camisa branca abotoada até o penúltimo botão porque o último começa a apertar de um jeito irritante, cabelo p