O jantar de núpcias foi uma refeição silenciosa servida por Samanta no apartamento. Não houve brindes, não houve música, apenas o som dos talheres contra a porcelana fina. Eros mal tocou na comida. Ele parecia inquieto, os olhos constantemente voltados para o relógio de pulso.
— Você precisa de alguma coisa, Helena? — perguntou ele, levantando-se assim que terminou.
— Não, obrigada. Eu... eu acho que vou descansar — respondeu ela, sentindo o peso da solidão a começar a instalasse.
— Ótimo. Eu t