Capítulo 11

A madrugada não passava.

O quarto estava escuro, silencioso demais para esconder o barulho dos meus pensamentos. Eu me virava na cama, puxava o lençol, empurrava o travesseiro, como se mudar de posição pudesse calar o que ardia dentro de mim.

Não calava.

Tudo em que eu conseguia pensar era em Henrique no quarto ao lado.

Deitado.

Acordado.

Ou talvez dormindo — o que era ainda pior de imaginar.

O quase-beijo voltava em flashes curtos e cruéis. A proximidade. A respiração dele misturada à m
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