POV: Cristina Sousa
A palavra pairou no ar, ácida e pesada, caindo sobre mim como uma sentença de morte.
«Isso.» O peso da mão quente dele continuava sobre o meu ventre, protetor e possessivo, mas a crueldade do que ele tinha acabado de dizer rasgou o último fio de orgulho que ainda me mantinha armada. A minha garganta se fechou. A bandeja de prata com a carne assada entre nós desapareceu da minha visão, embaçada pelas lágrimas que eu não conseguia mais conter.
Eu ergui o rosto. Não com f