POV: Cristina Sousa
O estrondo da porta da frente batendo fez os vidros da sala de estar tremerem.
Eu estava sentada no tapete felpudo, tentando fazer a Isabel terminar de comer os pedaços de maçã do pratinho. O relógio marcava oito da noite, mas o clima na casa tinha acabado de despencar para o nível de uma tempestade.
— Eu quero aquele desgraçado no chão até amanhã de manhã, Leo! Não me interessa como! — O rugido de Lewis ecoou pelo corredor de mármore.
Isabel deu um pulinho no tapete