Narrado por Anya Petrova
A manhã chegou sem que eu tivesse dormido. A mansão parecia ainda mais fria com a luz cinzenta entrando pelas janelas altas. Passei horas deitada, olhos abertos, imaginando como seria o fim de semana, se eu realmente teria coragem de subir ao altar. A cada vez que pensava em Dmitri, lembrava do punho dele estourando a madeira da parede, e um arrepio atravessava minha espinha.
Quando a campainha ecoou no andar de baixo, meu coração disparou. Corri até a janela do quarto