Narrado por Catarina Smirnova
O relógio marcava quase meia-noite, e eu ainda estava acordada, sentada na beira da cama enorme do quarto que Mikhail tinha mandado preparar pra mim. A mansão dele era fria, silenciosa demais — como se o ar ali tivesse medo de fazer barulho. Desde que voltamos da Itália, minha cabeça não parava.
A cada piscar, eu via o rosto do Don Marcello, o olhar dele quando prometeu me possuir… e o som das botas dos homens dele caindo mortos, um a um, quando Mikhail e Dmitri in