Narrado por Anya Petrova
A mansão parecia maior do que nunca. O silêncio dos corredores me incomodava mais do que qualquer barulho de tiros que eu já ouvira na vida. Dmitri tinha saído com Mikhail, e cada vez que o carro dele desaparecia pelo portão, era como se levasse um pedaço do meu ar junto.
Eu precisava das meninas.
Peguei o celular, hesitei por alguns segundos e disquei o número de Polina primeiro. A chamada tocou duas vezes antes dela atender.
— Anya? — a voz dela soava sonolenta. — Tá