Narrado por Anya Petrova
Dmitri me virou de frente novamente, os olhos cravados nos meus como se estivesse prestes a me engolir viva. Suas mãos tocaram meus ombros com reverência, mas sua boca… sua boca era pura fome.
Ele me beijou. Mas não era um beijo doce. Era um beijo exigente, possessivo, marcado pelo desejo e pela raiva de saber que o mundo nos observava, ainda que por trás das paredes. Cada movimento da língua dele na minha me fazia esquecer onde eu estava. Só existia Dmitri.
Sem tirar o