O silêncio no quarto pareceu distorcer o tempo.
Pesado.
Imóvel.
Quase irreal.
Alana encarava Kael tentando decidir se tinha ouvido corretamente… ou se seu cérebro finalmente havia desistido da realidade.
Provável.
Porque sinceramente?
Seria compreensível.
— O quê?
A palavra saiu baixa.
Automática.
Kael sustentou o olhar nela.
Mesmo ferido.
Mesmo claramente exausto.
Ainda absurdamente sério.
Sem ironia.
Sem provocação.
Pior.
Sinceridade.
— Você ouviu.
Ah.
Excelente.
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