O silêncio permaneceu.
Pesado.
Profundo.
Mas não era mais um silêncio de medo.
Nem de desespero.
Era o silêncio que surge depois de uma tempestade.
Depois da destruição.
Depois da dor.
Depois da guerra.
Alana continuava parada.
Os olhos fixos no lugar onde a última luz dourada desaparecera.
Parte dela ainda esperava ouvir sua voz novamente.
Ver alguma luz surgir.
Qualquer sinal.
Mas nada aconteceu.
Projeto Dois realmente havia partido.
E pela primeira vez desde que tudo começou.