Um ano depois.
Alana acordou com a luz suave do sol atravessando as cortinas.
Por alguns segundos permaneceu imóvel.
Observando o teto.
Ouvindo o silêncio.
Um silêncio que, durante muito tempo, teria parecido estranho.
Mas que agora era apenas paz.
A verdadeira paz.
Ela sorriu.
Porque ainda existiam manhãs em que precisava se lembrar de que tudo aquilo era real.
Que a organização havia acabado.
Que o Cofre não existia mais.
Que as perseguições haviam terminado.
Que ninguém estava t