Isabella
Dante me tirou da água com uma delicadeza que contrastava com a selvageria de poucos minutos atrás. Com movimentos lentos e quase rituais, ele me deitou na cama, posicionando meu corpo entre os lençóis de seda.
A luz suave das velas projetava sombras longas pelas paredes, mas meu mundo se resumia ao homem que agora se ajoelhava aos pés da cama.
Dante pegou meu pé direito, elevando o com reverência, e depositou um beijo demorado na sola, antes de subir com os lábios pela curva do meu to