O sol da manhã se infiltrava pelas cortinas da mansão, pintando o chão de luz dourada, mas Rayana mal percebeu. Ela já estava em pé há horas, com uma lista na mão, olhando os detalhes do convite da festa da Bárbara pela terceira vez. Cada palavra, cada cor, cada imagem precisava estar perfeita. Afinal, era o aniversário de dois anos da pequena, e para Rayana, aquilo não era apenas uma festa — era um símbolo de amor e cuidado, algo que ela queria que a filha de Cristian sentisse profundamente.