A mansão estava silenciosa de um jeito que não era comum.
Normalmente havia passos de funcionários no corredor, vozes distantes, portas abrindo, telefones tocando, alguém chamando por alguém. Mas naquela noite, tudo parecia suspenso, como se o próprio lugar estivesse segurando a respiração.
Rayana estava sentada na sala menor do andar térreo, aquela que ficava quase escondida atrás da biblioteca. Era um espaço que quase ninguém lembrava de usar, com um sofá antigo, uma luminária de luz amare