Cristian sempre acreditou que controle era uma escolha. Uma decisão fria, racional, estratégica. Ele escolhia o que sentia, quando sentia e por quem sentia. Ou, pelo menos, foi isso que repetiu para si mesmo durante anos, até transformar a própria mentira em verdade confortável.
Até Rayana.
O nome dela tinha se tornado um pensamento intrusivo. Não doce — intrusivo. Como uma música que começa baixa, quase imperceptível, e quando ele percebe já está alta demais para ignorar, ocupando todos os esp