A casa estava silenciosa demais para aquela hora.
Bárbara tinha acordado duas vezes durante a madrugada anterior. Dentes nascendo. Choro inconsolável. Cristian tentara ajudar na primeira vez, mas fora Rayana quem caminhara pelo corredor escuro com a bebê nos braços, sussurrando até que o choro virasse suspiro.
Agora, já passava das nove da noite. A pequena dormia no quarto ao lado do de Rayana — porque desde a mudança, o quarto dela ficava no mesmo corredor. Perto. Sempre perto.
Rayana esta