Rayana acordou com a sensação estranha de que tinha dormido tempo demais.
O som do mar foi a primeira coisa que ela reconheceu. Não era alto, nem agressivo. Era constante. Um vai e vem que parecia respirar junto com a casa. Ela abriu os olhos devagar, ainda meio perdida, encarando o teto branco de madeira.
Casa de praia.
A lembrança voltou inteira.
Ela tinha deitado “só por cinco minutos” depois do almoço. Bárbara tinha adormecido no berço portátil ao