Fátima tomava seu cappuccino como quem toma um remédio. Cada gole era uma contagem regressiva para o fim daquele encontro bizarro. Já conseguia prever todos os momentos esquisitos que ainda viriam, e ela nunca foi feita para aquilo. A cada segundo que passava, tinha mais certeza. De alguma forma não conseguia o encarar, ele a deixava ainda mais inquieta. Uma sensação estranha, seu olhar penetrante, e seus olhos cheios de alegria, incomodava Fátima.
Do outro lado da mesa, Elias ainda estava com a