O lobo me atacou novamente, dessa vez me mordendo na palma da mão, antes que pudesse exercer mais pressão e possivelmente danificar algum tendão, chutei forte a sua barriga e, aproveitando o seu momento de desorientação depois de também ter acertado as suas orelhas, corri, agarrei a sua cabeça grande e a torci com tanta força que o som de suas vértebras quebrando ecoou por toda parte.
O animal caiu morto em cima de mim, com os dentes ainda cravados na minha pele, e com um chute forte, eu o arra