Sentindo-me acuado, vendo meus planos serem frustrados, perdi o que restava do meu autocontrole e parti para cima daquele maldito, cego de ódio, disposto a matá-lo.
Fechei as duas mãos na gola da sua camisa e o puxei por cima da mesa, brutalmente, seu corpo debilitado pela velhice sendo mais leve do que parecia. Cerrei meu punho e puxei o cotovelo para trás, pronto para esmurrá-lo até matá-lo.
Bastavam alguns socos naquela carcaça enrugada para arrancar-lhe a vida. No entanto, eu não era um cov