Delancy passou o pano pela última vez no chão do corredor e se endireitou devagar. As costas doíam, o joelho reclamava e os dedos estavam vermelhos e enrugados pela água com sabão. Ainda assim, não reclamou. Pegou o balde, a flanela suja e seguiu em silêncio até o quarto.
O caminho era longo quando se estava cansada. As vozes abafadas do jantar ainda ecoavam pela casa, tudo tão distante dela que parecia de outro mundo.
A menina empurrou a porta do quarto com o ombro, os ombros ainda curvados pe