CAPÍTULO DUZENTOS E SESSENTA E CINCO: É TUDO CULPA DELE.
POV MAGNOS.
A sensação familiar do teletransporte tomou conta de mim, e em segundos estávamos no meu escritório. O ar ao nosso redor tremeu levemente antes de se estabilizar, e Arthur cambaleou, visivelmente abalado pela experiência. Ele respirava irregularmente, os olhos arregalados, como se o chão abaixo de seus pés, ainda estivesse se movendo.
— O que foi isso? — perguntou Arthur, a voz trêmula. Ele olhou ao redor, tentando se orientar, as mãos se apoiando na mesa para não cair.
— Apenas um