No dia seguinte, acordei tarde. Não teria apresentação — os Halen tocariam jazz à noite — então nada me cobrava diretamente. Mesmo assim, acordei melancólica, com a cabeça cheia de lembranças de Bashir, da discussão, da dor no olhar dele, do gosto amargo que tudo deixou. Desci para almoçar, mas a comida parecia serragem na boca. Mal toquei no prato.
Subi de volta para o quarto decidida a não me trancar ali dentro o dia inteiro. Precisava de ar. Precisava sentir o sol na pele, a brisa, qualquer c