Não sinto firmeza no seu convite. Me desculpe.
A música exigia que meus quadris trabalhassem sem descanso. Senti a vibração dos tambores subir pelas pernas e dominar minha cintura. Deixei que meu corpo seguisse o ritmo — braços erguidos, mãos desenhando o ar, todo o meu contorno acompanhando a batida. Meus cabelos ondulavam sensualmente a cada giro, espalhando ondas escuras ao meu redor.
Quando a canção de Odar terminou, as palmas explodiram. Alguns assobios se destacaram, mas mantive o rosto profissional, agradecendo com uma leve inclinaçã