Cega demais para enxergar o quanto ela o fazia feliz.
Sophia
Zahir me empurrou para dentro de um quarto, fechando a porta atrás de si com força. A madeira vibrou.
O olhar dele caiu sobre mim — negro, furioso, selvagem.
— O que Bashir queria com você? — perguntou, a voz rouca, baixa, perigosa.
Eu teria tremido se não estivesse tão cansada de ter medo.
Aquela casa já havia me arrancado lágrimas demais.
Agora, restava só o orgulho e a exaustão.
— Quando saí daqui, fiquei na casa de uma amiga dele — disse, firme. — Ele não esperava que eu desaparecess