GREGORIO
Desço pro porão. O desgraçado tá pendurado pelos braços, as pernas abertas, acorrentado. Hora de me divertir um pouco.
Pego minha faca e enfio na mão dele.
“Acorda, filho da puta” rosno.
Ele grita alto, e eu o esbofeteio, segurando seu maxilar.
“Cala a porra da boca ou eu vou te fazer calar.”
“NÃOOO!! AJUDA, ALGUÉM ME AJUDA!” ele grita, e eu dou um soco no maxilar dele.
“Você não está facilitando as coisas para você mesmo.” Balanço a cabeça, rindo. É hilário como e