ALINA
— Vamos conversar, amor.
Sinto minhas mãos suando. Sobre o que ele quer conversar? Sobre o fato de ter me sequestrado? Me forçado a ficar aqui? Ter destruído a minha vida?
— S-sobre o quê? — murmuro baixinho, vendo ele se sentar bem na minha frente. Ele se recosta na poltrona, abrindo as pernas com autoridade.
— Sobre as regras. Você mal chegou e já causou problema demais. Eu não vou tolerar isso. Você vai aprender a me respeitar… e obedecer. — a voz dele sai ríspida, carregada de