ALINA
Alguns meses depois
“Está tudo como deve estar.”, diz a doutora Helena enquanto me desliga da máquina. “O bebê deve nascer a qualquer momento agora.”
“Está nervosa?” Ela pergunta, com um sorriso.
“Um pouco.” Respondo, olhando para o teto enquanto aperto a mão de Gregorio, sentindo o polegar dele deslizar suavemente sobre a minha pele.
“Não há motivo pra isso. O bebê está muito bem, ok?”, ela me tranquiliza com um sorriso. “Nos vemos quando chegar a hora.” Diz, e eu agradeço antes de me