No dia seguinte…
o quarto ainda carregava o peso da noite anterior.
Mia estava quieta.
Sentada na cama, com o olhar perdido, distante… como se ainda estivesse presa em cada palavra que ouviu.
A porta se abriu devagar.
Elara entrou.
E, no instante em que viu Mia, parou.
— Pequena lua…
A voz saiu baixa, carregada de preocupação.
Mia tentou sustentar.
Tentou parecer bem.
Mas não conseguiu.
Os olhos encheram na mesma hora.
Elara se aproximou devagar e se sentou ao lado dela, em silêncio