Por Maia
Acordei na terça-feira com a cabeça cheia.
Assim que abri os olhos, fiquei alguns segundos encarando o teto do meu quarto, tentando entender em que momento minha vida tinha virado aquela bagunça.
Christopher Griffin era meu chefe.
Meu chefe absurdamente bonito, rico, intenso… e completamente perigoso para a minha sanidade mental.
Soltei um suspiro longo e passei as mãos no rosto.
Depois que saí da lanchonete com as meninas ontem, fui direto para casa. Passei o restante da noite tentan