Mundo de ficçãoIniciar sessãoTaylor Belinari jurou que se vingaria do fazendeiro Robert Murat por ter arruinado a vida de seu pai. Para ele, o fazendeiro vizinho foi o responsável pela ruina da sua família na medida em que comprou todas as suas terras e por causa disso o velho se entregou à bebida e morreu na miséria deixando-o sozinho com a mãe em uma casa velha e sem nenhum tostão no bolso. Cresceu com o coração amargurado e jurando vingança ao homem que destruiu sua família. Pensou em várias formas de executar seu plano e decidiu que conquistaria a única filha do fazendeiro. Faria com que ela se apaixonasse por ele e depois a abandonaria. Para uma família tradicional do interior de Goiás aquilo seria a maior vergonha que um pai poderia enfrentar. Nada o faria mais feliz do que destruir a família do seu maior inimigo. Ele só não contava com as reviravoltas do destino e ele vai se ver as voltas com uma paixão que não estava em seus planos. Ao se envolver com Angel Murat, ele vai descobrir que ela é uma mulher totalmente diferente do que ele imaginou e aos poucos um grande amor nascerá entre os dois. Taylor porém, cego pelo ódio e pelo ressentimento, fará sua amada sofrer muito e eles passarão por muitas provações até conseguirem viver essa grande paixão.
Ler maisO tempo passou como um passe de mágica.Angel agora estava formada e trabalhava com os animais das fazenda, além de prestar outros atendimentos para fazendeiros vizinhos.Taylor tinha investido na criação de cavalos de raça e agora ele vendia embriões até para fora do país.Robert estava agora com cinco anos e era o melhor amigo do Theo. Melhor amigo era só maneira de dizer porque Theo já ia fazer nove anos e as vezes ralhava com ele porque ele não conseguia acompanhar todas as peraltices que ele fazia.Vanessa tinha resistido quanto pode, mas acabou aceitando o pedido de casamento de Murilo e eles agora estavam as voltas com os preparativos do casamento. A mãe de Murilo ainda não aceitava de bom grado o namoro do filho com Vanessa, mas Murilo tinha dado um ultimato para ela, avisando que se ela continuasse ofendendo a mulher que ele amava ele ia sair de casa
Taylor puxou a rédea do cavalo e parou observando a planície verdejante ao longe. Estava parado no limite das terras que um dia separaram a Fazenda Boa Esperança e a Fazenda Campo Belo. O gado pastava tranquilamente e o capim tremulava com os últimos raios de sol que saíam do horizonte. O coração de Taylor estava em paz. Não porque ele tinha recuperado todas as terras que um dia pertenceram a sua família, mas principalmente por saber que elas nunca tinham sido retiradas dele, ao contrário, estiveram sempre ali protegidas da insanidade de um homem consumido pelo ódio.Não tinha lembranças boas do seu passado. Agora podia enxergar que o amor que sempre sentiu por Rodolfo era unilateral. Revivendo detalhes da sua vida, ele percebeu que em nenhum momento Rodolfo tinha dito que o amava. Nunca o abraçou de forma calorosa e o que ele achava que era da sua própria natu
Naquele tarde, Angel saiu da faculdade e Taylor a esperava cochilando dentro da caminhonete. Ela riu baixinho ao relembrar aquela mesma cena a mais de dois anos, ele dormindo no volante enquanto a esperava sair da faculdade. Ela parou em silêncio e observou o homem que tinha conquistado seu coração. Continuava o mesmo. Lindo, sensual, bruto a seu jeito, mas cheio de amor e cuidados para sua família. Não tinha do que reclamar. Tinha um marido perfeito.Ele pressentiu sua presença e abriu os olhos.- Ei, estava aí me observando, foi?Angel riu.- Estava. Não pode?Ela deu a volta e entrou no carro.- Onde está nosso filho?Taylor riu enquanto acariciava o rosto dela com dois dedos.- Hoje é sexta e eu o despachei para a casa da sua mãe. Vamos ficar um pouco sozinhos.Angel estava radiante.- Oba! Nós vamos sair? Vamos on
Joana abriu a porta do apartamento e entrou carregando as inúmeras sacolas que tinha trazido da rua. Colocou todas em cima do sofá e foi até a geladeira tomar um copo de água. Estava um calor infernal naqueles últimos dias de dezembro e ela estava suada e ofegante. Também depois de passar o dia vagando entre as lojas da cidade não podia estar de outra forma.Deixou-se cair no sofá e abriu o celular conferindo o saldo da sua conta. Tinha gastado demais. Pensou nas inúmeras peças de roupa e sapato que tinha comprado e mentalmente calculou a fatura do seu cartão de crédito para o mês seguinte. No entanto ela se acalmou pensando que iria ficar um mês ou dois no vermelho, mas aquilo não era nada para alguém que nunca tivera um centavo no bolso.Abriu uma das sacolas e pegou uma calça jeans que tinha comprado em 10x. Era linda e era a calça dos seus son










Último capítulo