32. Limites invisíveis
Emilly
Os olhos de Vivienne estavam fixos em mim, eu estava sentada na mesa de nossa cozinha, presa à cadeira com uma força magnética que não me permitia me mover, mesmo que eu desejasse fugir da sua presença.
Vivienne não falava nada. Ela não precisava.
Seus olhos estavam fixos em mim. Julgando, condenando sem sequer me dar a chance de me defender.
Eu queria fugir, mas em meu interior eu sabia que não havia escapatória. Eu estava presa, eu estava…
Meu coração batia com força quando enfim cons