Vitória rangia os dentes em silêncio, odiando-o por ser um inútil.
Ele tinha garantido com tanta convicção, jurando que nada poderia dar errado... E agora, miserável, havia lhe pregado uma peça.
Mas de nada adiantava xingá-lo naquele momento. Já estava em plena fuga, sozinha, e todo aquele dinheiro tinha sido jogado fora.
Se soubesse que acabaria assim, teria trocado tudo por dinheiro em espécie e levado consigo.
O ódio fervia. Vitória amaldiçoava que ele saísse de casa e fosse atropelado, esmag