Era tarde da noite, e aquele maluco do Gabriel ainda estava lá, à espreita dela. O telefonema da noite anterior tinha sido completamente em vão.
— Você está me confundindo com outra pessoa. — Murmurou Beatriz em voz baixa, tentando puxar a mão de volta.
— Eu nunca te confundiria! Mesmo que virasse pó... Eu ainda te reconheceria. Se tem coragem, me mostra esse rosto!
Gabriel passou de segurá-la com uma mão a agarrar os dois braços com força. A dor fez Beatriz franzir a testa.
Ela tentou se soltar