Gabriel só queria colocá-la dentro do carro. Quando estivessem em casa, poderiam conversar o quanto fosse preciso. Mas não permitiria que Beatriz escapasse de novo.
— Me solta! Agora! Me larga! — Gritava Beatriz, tropeçando enquanto tentava se desvencilhar da mão dele.
Não adiantava arranhar ou apertar com força. As marcas dos dedos já estavam cravadas no dorso da mão de Gabriel. Mesmo assim, aquela mão, firme como uma garra de ferro, não cedia nem um centímetro.
— Seu louco! O que você quer afi