Gabriel virou o rosto, os punhos tão cerrados que os nós dos dedos ficaram brancos. Encarava Vitória com uma fúria crua nos olhos.
Cada palavra dela fazia com que ele se lembrasse do quão canalha havia sido. De como tinha machucado Beatriz de uma forma imperdoável.
Um turbilhão de arrependimento e dor agitava-se dentro dele. Queria se esmurrar até perder os sentidos.
— Gabi, você me ama... — Insistiu Vitória, com a voz mansa. — Eu não sei como você chegou a acreditar que gostava da Beatriz, mas