Eu acelerei a moto com ela grudada nas minhas costas, os braços apertando minha cintura como se nunca mais fosse soltar. O vento batia forte, mas o calor do corpo dela contra o meu era mais forte ainda.
Daiane.
Caralho, só de pensar no nome dela meu pau já dava sinal de vida. A mina que eu olhava de longe há anos, a certinha do morro, a que todo mundo queria, mas poucos chegava perto. E agora tava ali, colada em mim, cheirando a desejo e shampoo de coco.
Chegamos na marina no fim da tarde.