Depois que a Daiane foi embora, eu fiquei no quarto um tempo olhando pro nada. O abraço dela ainda tá quente nos meus ombros, as palavras dela ecoando na cabeça: “O Jogador é teu, amiga. Só aguarda.” Eu quero acreditar, quero mesmo, mas depois do que vi no QG — a Ingrid saindo daquele jeito, o olhar frio dele, a grosseria — tudo parece uma mentira que eu conto pra mim mesma pra não desabar.
Eu respiro fundo, enxugo o resto das lágrimas que ainda insistem em cair e decido fingir normalidade. Pe