Eu ainda tô em cima dele quando a respiração começa a desacelerar. Nossos corpos continuam colados, nus, quentes, suados. O quarto tá silencioso de um jeito diferente… não é vazio, é cheio. Cheio da gente.
Meu rosto tá apoiado no peito dele, escuto o coração batendo forte, constante. Passo os dedos devagar pelo abdômen marcado, sentindo a pele firme sob a minha mão. Ele fecha os olhos quando eu faço isso, como se o simples toque fosse demais.
— Você fica linda assim… — ele murmura, a voz baix