Ele gozou na minha boca. Ou melhor, no fundo da minha garganta.
Foi um jorro quente, forte, pulsante, que inundou tudo num segundo. Eu quase me engasguei de novo, mas segurei, engolindo convulsivamente enquanto sentia cada esguicho quente descer pela minha garganta. O gosto era salgado, intenso, dele. Era como beber a essência mais primitiva dele, e por mais estranho que pareça, me deu um tesão ainda mais absurdo.
Os gemidos dele enquanto gozava… meu Deus. Eram guturais, roucos, saíam do fund