Eu tô de costas pra porta, ajustando o short tactel que a Ingrid bagunçou daquele jeito, passando a mão na regata pra ajeitar, tentando respirar fundo pra acalmar o fogo que ainda tá subindo no peito. A parada com ela foi rápida, mecânica, só pra descarregar a tensão que não me deixa desde aquela noite no escritório.
Eu nem queria, papo reto.
Ela brotou aqui no QG falando que sentia minha falta, que queria trocar ideia, e eu deixei. Deixei porque precisava esquecer. Precisava mandar embora o