“Bas...”.
Estendi a mão atrás de mim, apertando seu pulso suavemente, esperando que ela percebesse que poderia me deixar fazer o que precisava. Neste momento, ela era mais importante do que eu.
"O que?". Papai perguntou bruscamente.
“Eu disse, fui eu quem o machucou. Eu estava com raiva, ele ficou no meu caminho e eu o empurrei”. Eu disse baixinho.
"Isso não é verdade...".
"Isso é!". Eu rosnei. “Estou confessando e admitindo meu crime”.
Um sorriso frio cruzou o rosto de papai. “Você sa