O clima na sala era tenso, mas diferente do terror silencioso que os havia paralisado antes. Agora havia estratégia, havia alerta, havia vigilância. Cada um deles sentia a presença do intruso, não mais apenas como uma ameaça abstrata, mas como algo vivo, que observava, testava, aprendia.
— Ele está analisando cada um de nós — disse Helena, os dedos ainda flutuando sobre o teclado. — Cada reação, cada hesitação. Ele quer padrões. Quer nos prever.
Beatriz olhou para a tela e, pela primeira vez,