O mapa ainda brilhava na tela.
O núcleo antigo.
O ponto de origem.
O lugar onde tudo começou… e talvez onde Helena estava agora.
O silêncio era pesado.
Expectativa.
Urgência.
Impulso.
— A gente precisa ir — disse Lorenzo, firme.
Augusto assentiu.
— Quanto mais tempo a gente demora, pior fica.
Beatriz não respondeu.
Os olhos ainda fixos na tela.
Mas agora… não era emoção.
Era cálculo.
Ela respirou fundo.
Uma vez.
Duas.
E então—
Fechou o notebook.
O som foi seco.
Definitivo.