O cartão de acesso parecia mais pesado do que deveria.
Beatriz o segurava entre os dedos, observando o pequeno chip dourado refletir a luz fraca da livraria.
— Um centro de contenção… — murmurou ela. — Isso parece coisa de filme.
Lorenzo apoiou as mãos no balcão.
— Infelizmente, não é.
Raul andava de um lado para o outro, nervoso.
— Eu ainda acho que isso é uma armadilha.
Beatriz olhou para ele.
— E se for?
Raul parou.
— Então vocês vão direto para o lugar onde eles controlam tudo.
—