O som do alarme rasgava o ar como uma sentença.
Passos ecoavam cada vez mais próximos no corredor.
Beatriz apertava o braço de Helena, o desespero estampado no rosto.
— A gente precisa ir, agora! — insistiu.
Helena permanecia imóvel, os olhos presos nos da irmã, como se aquele fosse o momento mais difícil de toda a sua vida.
— Você não entende… — sussurrou ela.
Lorenzo já estava na porta, olhando para o corredor.
— Eles estão vindo!
Raul tremia atrás dele.
— A gente não vai conseguir s