26: Nem eu mesmo seria capaz
Percebendo que eu não tinha a menor paciência, ela respondeu em voz baixa:

— Ela não está mais hospedada nesse quarto.

— O quê? — perguntei, confuso, sem entender o que aquilo significava.

— A sua mãe disse que era para tirar a Sara daqui — falou, olhando para o chão.

— E para onde diabos ela a mandou? — perguntei, já com a raiva subindo, sentindo vontade de socar a parede.

— Para o quarto dos empregados — explicou ela.

Não acreditei no que acabara de ouvir. Segurei o impulso de explodir e forcei a paciência que me restava.

— Por que ela mandou a Sara para o quarto dos empregados? — insisti, com a voz cortante.

— É que… — ela hesitou, e isso só aumentou minha irritação.

— Que merda, Lorena! — explodi. — Abre a boca e fala logo, ou eu perco a paciência e te mando embora daqui!

No mesmo instante, ela ergueu o olhar e me encarou, como se minha ameaça lembrasse a ela quem tinha o poder ali.

— Não, por favor, não faça isso — implorou.

Ela engoliu em seco e contou, tremendo:

— Eu não tive
Célia Oliveira

Tanto tempo para ele aparecer, e ele resolveu aparecer bem no dia em que ela não precisaria dele… Espero que estejam gostando! Beijos e até o próximo capítulo.

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Cleidiane SantosCoitada da Sara,bem no dia da fuga ele resolve aparecer.
Andreia Katyusa Coelhoqueria que a Sara tivesse ido morar com Humberto
Elena Vianapoxa vida coitada da Sara.
Laize JesusJusto, no dia da fulga de Sara …
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