Renato permaneceu alguns segundos parado, avaliando a situação. Depois, puxou a cadeira e se sentou, mas não tocou no copo.
— Agora chega de jogos.
Alessandro apoiou o cotovelo na mesa e encostou o queixo na mão, observando-o com interesse.
— Olha só para você, Renato.
— De quê está falando?
— Da sua arrogância.
O sorriso dele aumentou.
— Mesmo quando está desesperado… ainda tenta parecer no controle.
Renato se inclinou levemente para frente.
— Diga logo o que quer.
Alessandro o encarou por alg